sexta-feira, 11 de julho de 2014

Rastreio Pré-Natal do Primeiro Trimestre

(Post original de 09 de Setembro de 2013)

O rastreio pré-natal é muito importante (e deve ser realizado) pois permite, junto com a ecografia, calcular o risco do bebé apresentar determinadas anomalias cromossómicas.
O resultado deste teste apresenta (sem 100% de certezas) um risco reduzido ou aumentado do bebé ter essas anomalias.
O conhecimento desse risco pode ajudar a futura mãe a decidir se quer ou não fazer testes de diagnóstico mais específicos (amniocintese) para obter uma resposta mais concreta sobre a existência (ou não) do problema.

Então, estas análises devem ser realizadas entre a 9ª semana e a 13ª semana da gravidez e uma semana antes da Ecografia Obstétrica do 1º Trimestre.
Nelas são medidas duas proteínas, a BhCg e a PAPP-A e servem para calcular o risco do bebé ser portador do Síndrome de Down (Trissomia 21), Síndrome de Patau (Trissomia 13), Síndrome de Edwards (Trissomia 18) e também se o bebé terá Espinha Bífida.
Este teste tem uma taxa de detecção entre os 90% e os 97%.
A ter em atenção que um teste indicando risco reduzido não exclui a possibilidade do bebé sofrer qualquer tipo de anomalia nos cromossomas nem elimina a possibilidade de defeitos congénitos, atraso mental ou outras doenças não detectadas pelo rastreio.

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